Cerca de 500 membros dos No Name Boys envolvidos em desacatos que feriram um polícia num restaurante em Sintra
Na pequena Rua de São Nicolau, na Ribeira, a viela leva a uma das melhores casas de comida tradicional da zona. Para os almoços e jantares de família (muito comuns por ali), há as confortáveis mesas do piso superior. O charmoso balcão de azulejos com tampo em madeira é um convite para refeições solitárias ou em grupos menores. Os espaços e os restaurantes que vai encontrar no Time Out Market Porto Nos últimos anos, a cena gastronómica tem-se transformado rapidamente, como reflexo de uma cidade cada vez mais aberta ao mundo – e que conquista mais e mais turistas a cada Verão. Também há clássicos que resistem à gentrificação.
Se não troca a comida da avó e da mãe por nada deste mundo, leia o que se segue. Não é difícil experimentar pratos de outros cantos do mundo na cidade mas, verdade seja dita, poucas coisas sabem melhor do que uma refeição de comida caseira, temperada no ponto e servida em doses generosas. Sabe como é que a Time Out selecciona as melhores coisas para fazer no mundo inteiro? O serviço é outro dos pontos altos da experiência. O chef Ricardo Costa vai dos pratos portugueses até às suas recordações de infância, em Aveiro, para mostrar a sua visão criativa, que se reflecte em pratos como o leitão assado e as imperdíveis tripas de chocolate aveirenses. São três as salas e em todas se encontram referências a Trás-os-Montes – de notar também que no menu todos os pratos aparecem escritos em mirandês, língua que Lídia domina.
- Numa ruela pouco iluminada da Estrada de Benfica está um dos restaurantes mais acarinhados da freguesia.
- Cumprindo a micro-sazonalidade dos produtos, a carta muda com frequência e inclui, sempre que possível, peixes pouco habituais às nossas mesas.
- O charmoso balcão de azulejos com tampo em madeira é um convite para refeições solitárias ou em grupos menores.
- A pizza que leva o nome da casa, por exemplo, com mozzarella, queijo burrata, lascas de presunto Di Parma e rúcula.
Se em Lisboa há casa mais minhota do que esta, não a conhecemos. Por mais hambúrgueres que possamos comer, há algo que continua a distinguir os exemplares deste restaurante colado à Gulbenkian (e também no Time Out Market e em Santa Apolónia). Nas brasas, as sekuwa de frango marinado e as de porco gordo confirmam o talento. Num espaço simples, de antigo snack-bar, aproxima Mediterrâneo e Médio Oriente sem cair na fusão fácil. O Flamma é um sítio de espetadinhas, com espírito de neo-boteco, mas a cozinha da chef brasileira, formada no País Basco e há muito em Portugal, não tem geografia, só criatividade e sabor.
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Os melhores restaurantes no Estoril
Entre as opções há tomate, mole, manjericão; chicharro, ajo blanco; escabeche de perdiz; dourada grelhada com tomatada de mexilhão e batata doce; pica-pau; ou cachaço de porco confitado com guisado de feijão maduro. A única decisão que tem de tomar é se escolhe entre o menu combo, que inclui três a quatro entradas, nove niguiris, dois rolls, sopa miso e sobremesa; ou o menu de niguiris, que é igual ao combo, mas não inclui as entradas. Foi o casal que, vindo de Alto Minho, abriu o restaurante apostado em servir o melhor da região. No piso de baixo, está o bar com cocktails de autor e quatro salas privadas, para uma experiência mais intimista. Se na casa-mãe a ideia é deixar-se estar e descobrir o peixe além do marisco, neste espaço o marisco e os petiscos são as estrelas e está pensado para refeições mais rápidas. Com mais de 100 lugares, entre a elegante sala, o balcão e uma esplanada interior, o serviço é exemplar.
Denominação Comercial
É uma casa minhota, modesta como há muitas a fazer história e tradição em Lisboa. Hoje contam-se ali quatro casas de marisco e uma delas chama-se, apropriadamente, O Palácio, membro de pleno direito da real lista das melhores cervejarias de Lisboa. Uma das grelhas mais respeitadas de Lisboa fica mesmo em cima do rio, na Estação Marítima da Rocha do Conde de Óbidos. Mas há muitas alternativas para quem não está inclinado para este género de panqueca e prefere ficar pelo sushi. Quando em 2019 se soube que o Maravilhas ia mudar de casa, para umas portas ao lado, para poder crescer, temeu-se o pior.
É uma cafetaria, mas a dupla não conseguiu ficar longe dos tachos e criou um menu de almoço, com pratos do dia, sandes e sopa, que seduziu de imediato a população do bairro. No final, a conta é comedida e é fácil sair do restaurante com a certeza de que podia ser uma boa cantina de todos dias. É habitual encontrarmos a sala cheia, com muitas conversas cruzadas, e gente à espera para sentar.
Disponível à carta ou em dois menus degustação (um dos quais vegetariano), a experiência materializa-se em propostas como o pão de queijo com caviar e os dadinhos de tapioca. Por um lado, é a colecção privada de Paulo Macedo, com natural foco no pintor modernista Cícero Dias, que faz do espaço uma autêntica galeria. Instalado no espaço do histórico Cinema Olympia, o Bistrô Olympia propõe-se a recuperar o glamour dos anos 1920. Em 2022, abriu em Chaves, perto da Ponte de Trajano, e em 2025, no Parque das Nações. E na carta resistiram algumas pastas e pizzas, como o spaguetti Don Alfonso, com molho de tomate fresco, parmesão, manjericão e limão, e as clássicas Margherita, Diavola e Prosciutto e Rúcula.
Louise Bourrat tem um outro espaço muito recomendável, o Gancho, que a Time Out considerou o melhor novo restaurante de 2025, assim como Boubou’s Sandwich Club. A cozinha é internacional, mas não faltam influências portuguesas, vindas do lado materno da chef, que detém o restaurante com o irmão e a cunhada, Alexis e Agnes. São 11 momentos e uma viagem pela história do Belcanto, uma mistura de delicadeza, consistência e imaginação. Com duas estrelas Michelin e lugar cativo no 50 Best, o Belcanto é uma experiência desde o momento em que se passa a ombreira da porta.
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A fechar, não pode deixar de experimentar o Napoleão, sobremesa de inspiração francesa, montada com elegância na hora. Com apenas oito lugares ao balcão, serve cozinha kaiseki, que tem como pontos fundamentais a sazonalidade e a https://tribunasportsbar.pt/ qualidade do produto. No pequeno restaurante aberto por Tomoaki Kanazawa, que quando regressou ao Japão, em 2017, escolheu Paulo Morais para o seu lugar, o chef homenageia a tradição nipónica como se fosse a sua.
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